Nos Estados Unidos – o… alegado "País da Liberdade" e coiso e tal – está instalada a maior (de longe a maior) indústria de pornografia de todo o mundo (perdão… Indústria de Entretenimento para Adultos, manda dizer o “politicamente correcto”). Nem a Tailândia (onde há Turismo Sexual com fartura), nem o Japão (onde se lêem revistas porno à vontadinha nas carruagens do Metro de Tóquio), nem na Índia (a terra do Kamasutra)… a pornografia tem tantos trabalhadores e tantos fãs como na América.
No entanto, curiosamente, é também o “Tio Sam” quem mais critica a “indústria”, com um moralismo tal que até enjoa. Se não, vejamos. Em Hollywood, nicho de terra em que tudo se consegue com uma boa dose de… “boa-vontade” e disponibilidade para fazer o que for… necessário para garantir um papel num qualquer filme (mesmo que não tenha falas nenhumas), muitos actores e actrizes desdobram-se em minutas e contra-minutas de contratos para evitar aquilo a que, ultimamente, se chama de “Full Frontal Nudity” (vulgo, aparecer em pelota).
Estranho… não terá sido assim que chegaram a Hollywood…? Como terá sido aquele primeiro casting para um filminho independente de uns recém-formados estudantes de cinema, sem argumento escrito até ao final e sem certezas sequer de receber cachet pela participação no papel de Enfermeira #2, cujo ponto alto (aliás, ÚNICA aparição) era uma cena de sexo ardente e esbaforido com um médico numa marquesa das Urgências, interrompida bruscamente por uma maca com um tipo a sangrar por todos os lados, escancarando violentamente a porta da sala de suturas usada para a cópula?... Peço desculpa… entusiasmei-me…
Agora, não. “Full Frontal” é que não! Só “Partial Nudity”!... Quer dizer… Talvez…! “Partial Nudity” quer dizer, para os homens, mostrar o traseiro e, para as mulheres, o traseiro e/ou, digamos, a zona peitoral. E repito… TALVEZ mostrar. Porque nesse vai-não-vai-e-vem-e-vai-de-novo de contratos entre advogados e empresários, actores e empresas de produção, ainda se vai esgrimindo argumentos quanto à utilização de duplos (com rabos mais firmes e peitos mais volumosos do que os dos verdadeiros protagonistas da película) para aparecerem na tela nas cenas mais ousadas.
Está visto que a expressão “dar o corpo ao manifesto” não se aplica, portanto, a todas as profissões, ou melhor, a todos os locais de trabalho deste mundo.
O giro é que, enquanto na indústria cinematográfica (dita comercial) americana se fala disso nos gabinetes dos grandes estúdios, (ainda que outra forma) também nas ruas e nas casas suburbanas de famílias que veneram deuses com regras muito baseadas em bons costumes de contornos muito… americanizados (o que leva a crer que os deuses deles só devem ter 200 anos, como próprio país – são deuses jovens…) o “Full Frontal” e até o “Partial” são duramente criticados, por surgirem amiúde nas TV’s e nos placard’s publicitários.
Gostava de saber que diria Ron Jeremy (o maior actor pornográfico de todos os tempos – embora ninguém perceba bem por quê..!), americano de gema, acerca desta coisa de limitações quanto à “nudity” a mostrar nos pequenos e grandes ecrãs. É que, Jeremy é, sem grandes dúvidas, o gajo que mais “nudity” ofereceu aos olhos do povo americano e quiçá à população de todo o Planeta Terra. Para ser sincero, nem sei mesmo se ele entenderá o que quer dizer “Partial Nudity”…ele foi sempre mais de “Full”… frontal, traseiro, de pé, deitado, a fazer o pino e por aí além.
Talvez com um pouco de esforço e uma boa pesquisa na Internet eu lá chegue; e, caso consiga conhecer a posição (a posição moral, não física – essas posições de Ron Jeremy não estão particularmente no alcance da minha busca), aqui a trarei, para que este InSenso fique realmente completo.
No entanto, curiosamente, é também o “Tio Sam” quem mais critica a “indústria”, com um moralismo tal que até enjoa. Se não, vejamos. Em Hollywood, nicho de terra em que tudo se consegue com uma boa dose de… “boa-vontade” e disponibilidade para fazer o que for… necessário para garantir um papel num qualquer filme (mesmo que não tenha falas nenhumas), muitos actores e actrizes desdobram-se em minutas e contra-minutas de contratos para evitar aquilo a que, ultimamente, se chama de “Full Frontal Nudity” (vulgo, aparecer em pelota).
Estranho… não terá sido assim que chegaram a Hollywood…? Como terá sido aquele primeiro casting para um filminho independente de uns recém-formados estudantes de cinema, sem argumento escrito até ao final e sem certezas sequer de receber cachet pela participação no papel de Enfermeira #2, cujo ponto alto (aliás, ÚNICA aparição) era uma cena de sexo ardente e esbaforido com um médico numa marquesa das Urgências, interrompida bruscamente por uma maca com um tipo a sangrar por todos os lados, escancarando violentamente a porta da sala de suturas usada para a cópula?... Peço desculpa… entusiasmei-me…
Agora, não. “Full Frontal” é que não! Só “Partial Nudity”!... Quer dizer… Talvez…! “Partial Nudity” quer dizer, para os homens, mostrar o traseiro e, para as mulheres, o traseiro e/ou, digamos, a zona peitoral. E repito… TALVEZ mostrar. Porque nesse vai-não-vai-e-vem-e-vai-de-novo de contratos entre advogados e empresários, actores e empresas de produção, ainda se vai esgrimindo argumentos quanto à utilização de duplos (com rabos mais firmes e peitos mais volumosos do que os dos verdadeiros protagonistas da película) para aparecerem na tela nas cenas mais ousadas.
Está visto que a expressão “dar o corpo ao manifesto” não se aplica, portanto, a todas as profissões, ou melhor, a todos os locais de trabalho deste mundo.
O giro é que, enquanto na indústria cinematográfica (dita comercial) americana se fala disso nos gabinetes dos grandes estúdios, (ainda que outra forma) também nas ruas e nas casas suburbanas de famílias que veneram deuses com regras muito baseadas em bons costumes de contornos muito… americanizados (o que leva a crer que os deuses deles só devem ter 200 anos, como próprio país – são deuses jovens…) o “Full Frontal” e até o “Partial” são duramente criticados, por surgirem amiúde nas TV’s e nos placard’s publicitários.
Gostava de saber que diria Ron Jeremy (o maior actor pornográfico de todos os tempos – embora ninguém perceba bem por quê..!), americano de gema, acerca desta coisa de limitações quanto à “nudity” a mostrar nos pequenos e grandes ecrãs. É que, Jeremy é, sem grandes dúvidas, o gajo que mais “nudity” ofereceu aos olhos do povo americano e quiçá à população de todo o Planeta Terra. Para ser sincero, nem sei mesmo se ele entenderá o que quer dizer “Partial Nudity”…ele foi sempre mais de “Full”… frontal, traseiro, de pé, deitado, a fazer o pino e por aí além.
Talvez com um pouco de esforço e uma boa pesquisa na Internet eu lá chegue; e, caso consiga conhecer a posição (a posição moral, não física – essas posições de Ron Jeremy não estão particularmente no alcance da minha busca), aqui a trarei, para que este InSenso fique realmente completo.
2 inSensinho(s) assim...:
Quando é que disponibilizas o calendário Insensato, e te deixas de conversas hã???
Isso é que era.
Um abraço para ti.
Anyway, partial nudity é muito mais excitante do que full frontal...
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